LITURGIA
TRABALHO REALIZADO SOB ORDENS DO
REALIZADO
PELA ESCRAVA
carolina (T:V:P:)
GRAU
III
REGRAS SIMPLES PARA UM DOMINADOR
REGRAS SIMPLES PARA UMA SUBMISSA
COMEÇO, SUBMISSÃO OU REVERÊNCIA
POSICIONAMENTO PARA AS
ALGEMAS

Falar sobre Liturgia em
BDSM é como falar do próprio BDSM.
É enumerar todo um Jogo
onde as regras são ditadas e seguidas pelos parceiros que a definem com clareza
antes do início da partida.
Um relacionamento cheio de sensualidade onde Dominação e submissão são os protagonistas da História.
O problema é encontrar
referências específicas sobre o tema e após inúmeras pesquisas, muita conversa
com pessoas experientes cheguei a algumas conclusões que serão o ingrediente
deste trabalho.
“A
Liturgia é o ritual da palavra dirigida a um (seu) superior. São palavras de
respeito, palavras que deixam clara a posição submissa”.
Esta
foi a única definição que encontrei, mas, confesso,achei um tanto quanto
incompleta.
A
Liturgia engloba o comportamento do Mestre e da escrava, o tratamento entre
ambos, o vestuário, o cenário...
Enfim, todo o encantamento que envolve as pessoas
que se dedicam a este estilo de vida e que nos torna tão diferentes e
especiais.
Tudo
o que acontece dentro de um relacionamento BDSM só é possível se seguir a lei
do
SÃO, SEGURO E CONSENSUAL.
O
Mestre deve estar seguro de que tudo o que irá fazer não ocorrerá em nenhum
dano físico ou psicológico a sua submissa. Tem que ter conhecimento suficiente e
capacidade para adestrar e educá-la com embasamento técnico e teórico.
A
submissa deve ter confiança plena em seu Mestre, entregando por completo todos
os seus desejos, sonhos e aspirações e deve ter consciência de que seu corpo
não mais lhe pertence.
A
consensualidade é essencial.
Não existe prazer egoísta no BDSM.
Ambos
tem que ter prazer na relação.
É
um jogo onde não há perdedores.
Não
há jogo sem regras, sendo assim listo algumas regras gerais:
a.
Respeitar as limitações do parceiro, mesmo sabendo que
o objetivo é vencer limites;
b.
Estar atento a todas as reações do parceiro, tendo a
consciência de que o "conjunto" olhar, respiração, comportamento e
ações fala aos praticantes melhor que palavras ou gemidos;
c.
Saber a hora de parar e parar sem titubear;
d. Atender a SENHA DE SEGURANÇA de pronto;

Um
ingrediente interessante no BDSM é a redação de um Contrato.
Neste
contrato o Mestre garante o cumprimento das três regras básicas e aceita a
submissão da escrava.
A
submissa, por sua vêz, entrega todos os seus direitos ao Mestre para que seja,
a partir daquele instante, conduzida por Ele.
Este
contrato poderá ser rompido a qualquer instante por qualquer uma das partes.
Ao
Mestre é facultado o direito de rompê-lo mesmo sem uma explicação sequer, mas a
submissa deverá realizar o rompimento por escrito, com humildade e respeito.
A
maneira como irão se comportar socialmente é determinada através de uma
conversa entre os dois.
Não
existe uma regra aqui, mas agrada muito ver um Mestre educado, polido e
discreto, com atitudes que demonstrem a Sua superioridade sem arrogância ou
arroubos de demonstrações inúteis de Dominação.
Quem
é Mestre é!
Será
reconhecido assim que entrar em um ambiente.
Existe
um halo natural de superioridade que o envolve e que inspira respeito.
A
submissa, por sua vêz, agrada com um comportamento discreto e servil, mas não
anulativo. Ninguém suportaria ter um fantoche ao seu lado.
Pode participar de conversas naturalmente
observando apenas comportamentos exagerados que possam chamar a atenção sobre
si mesma.
Poderá
opinar quando convocada, mas se perceber que sua opinião desagrada ao Seu
Senhor não deverá ficar insistindo no mesmo ponto.
As
regras básicas de etiqueta são bem-vindas no mundo BDSM.
Em
uma Sessão o comportamento também será determinado consensualmente.
O
tratamento de “Senhor” deverá ser observado sempre pela submissa.
O
ato de ajoelhar diante do Mestre e beijar-lhe os pés, antes de ser um ato
humilhante, é uma honra para qualquer submissa.
Em
tudo e em todos os locais deve sempre ser cultivado um ar de mistério e
sensualidade.

Não
há uma regra aqui a ser seguida.
Geralmente
as submissas se apresentam nuas ao Seu Senhor como sinal de despojamento total.
Há
os fetichistas que adotam trajes especiais tanto para os Mestres como para as
submissas.
O
que importa é que haja muita beleza em qualquer adereço utilizado.
A colocação de uma coleira de treinamento na
submissa, antes da Sessão, faz parte da Liturgia e deverá ser respeitada.

Algo
fascinante na cultura BDSM são os seus muitos acessórios e, um deles, é a
coleira.
Sua popularidade aumentou tanto
que surgiram novos usos para este belíssimo adorno, vejamos, pois:
Coleira Virtual:
Usada na Web com o fim de
identificar uma peça com Dono.
Ex. EscravaX{LF}, seria a
escrava X que pertence ao Lord Fulano.
ou seja, quem está
''encoleirada'' é sua submissa e não ele.
Coleira Social:
Esta não tem mistério, e é a mais antiga que
temos relatos.
Um BDSM a vê como coleira, mas, uma pessoa
comum a chamaria de gargantilha.
Usada em qualquer ocasião.
Coleira de Cena:
Outra que dispensa comentários.
Existente em formas, tamanhos, texturas, larguras
e cores variadas, esta coleira é usada em jogos,
cenas/sessões.
Algumas submissas a usam em encontros BDSM
Para
a realização de uma Sessão é interessante que se monte uma Cena onde a
atmosfera propicie o clima ideal.
Velas
são muito bem-vindas bem como a utilização de incensos.
Uma
boa música também é fundamental.
Os
instrumentos que citarei são essenciais dentro de uma Cena BDSM:
Velas:
preferencialmente brancas para utilização com a submissa. Coloridas podem ferir
e devem ser usadas mais na decoração do ambiente.
Cordas
ou correntes: para a realização de bondage ou shibari
Faca:
usada como tortura, mas principalmente como auxílio imediato em caso de
isquemia provocada pelo bondage.
Açoites:
chicotes, chibatas, relhos, padles, flogs, de boa qualidade e resistência.
Presilhas:
de metal ou pregadores
Luvas:
para os adeptos de fisting
Creme
ou gel lubrificante para realização do fisting ou sexo anal
Pomadas
que aliviem hematomas.
Gelo
usado para tortura e como alívio.
Vendas
e gagboll também são interessantes...
Instrumentos
de excitação adquiridos em sex shopping (como vibradores, plugs, etc) também
podem ser incluídos.
No
dia da Sessão a submissa deverá se alimentar apenas com alimentos leves para
que não ocorra nenhuma surpresa desagradável durante a sessão.
Isto
é indicado principalmente em casos onde os enemas possam ser aplicados.
Bebida
alcoólica não deverá ser ingerida por nenhum dos participantes, antes ou
durante as cenas.
Estar
conscientes é fundamental.

Este
é um assunto bem controverso.
Existem
escravas que são apenas utilizadas para uso sexual do Mestre. Neste caso a
prática do sexo de todas as formas é permitida.
A
maior parte das escravas, porém, entrega não apenas o seu corpo, mas também a
sua alma tornando-se submissas a uma Dominação psicológica total.
Neste
caso o adestramento se faz por meio de correções e não através do sexo.
No
SM puro não há relacionamento sexual convencional.
Explora-se
muito o sexo oral e o sexo anal.
O
sexo vaginal é relegado a um segundo plano ou nem existe.
Em
muitos casos onde se objetiva o adestramento total da submissa não é permitido
sequer o toque do corpo do Mestre e o gozo da submissa, se for permitido,
deverá ser feito através de estimulação provocada por ela mesma.
Escravas
em treinamento devem estar conscientes que, embora o BDSM possibilite muito
prazer, não é através do sexo que ele advém e sim através de todo um jogo de
Dominação/submissão erótica reinante.
Sexo
convencional é para os baunilhas.
Mestres
usam outras técnicas.
De
qualquer maneira tudo deverá ser bem esclarecido e estabelecido antes de cada
Sessão.
1-Submissão erótica
Busca
o BDSM sem o envolvimento emocional, deseja alguém forte que lhe mostre os
caminhos da dor e/ou submissão, ao final da sessão, cada um segue seu caminho e
prossegue em sua busca. Pode haver ou não, grande troca de parceiros, um
submisso erótico pode ter somente um parceiro fixo e, quando há vontade do
jogo, sempre tentarão estar disponíveis um para o outro.
Ele
tem prazer em ser assim e pronto.
Esse submisso
tem prazer em jogar... Ser levado a transpor seus limites.
Ele
aprecia desafios, em diversas situações, pensa em vencer seu Dono e Senhor em
um embate imaginário, mas, quando chega à sua frente fraqueja e... goza, mas
goza muito e faz tudo que ELE mandar. No dia em que descobrir uma fraqueza,
umazinha, por mais insignificante que seja abandona aquele Senhor e procura um
mais forte.

2- Submissão por necessidade D'alma:
Um
submisso D'alma gosta de tudo isso, mas busca um envolvimento emocional com seu
Senhor.
Ele
serve porque esta em sua alma servir. Traz mesmo isso de outras vidas
(ACREDITA-SE).
Ele
adora/idolatra seu Senhor por reconhecer nele caráter maduro e a força da vida
emanando de seu ser.
Esse
submisso segue à risca todas as regras do BDSM.
Ele
não quer somente jogos eróticos, ele quer envolvimento, quer ser disciplinado
por seu Senhor e... um relacionamento marital com ele. Quer beijar na boca...
Quer levantar bem cedo e cuidar do dia daquele que confiou esta missão a ele.
Geralmente, são
pessoas rígidas na vida e que trazem todo um grupo de regras de "bem
viver" para seu relacionamento.
Este
submisso deve ser tratado com carinho e muito respeito, são sensíveis,
sonhadores e, ao mesmo tempo, pés no chão. Aceitam os jogos BDSM pela
necessidade de servir e não pelo jogo em si. Querem que seus Senhores os
ensinem a servir e viver.
Mostra
disso é que um dos jogos que eles mais apreciam são os jogos voltados para a
vida pessoal do seu Senhor.
Um
submisso D'alma vê no servir uma opção de vida e seu prazer está no espírito e
não (somente) no corpo
3-Submissão
24/7
É comum encontrarmos, no BDSM, submissos que desejam servir
a seus Senhores de forma completa e ininterrupta. A esses chamamos de submisso
24/7, por servirem 24 horas por dia, 7 dias
por semana.
Torna-se complexo, complexo por termos muito mais perguntas
que respostas, divagar sobre esse tema, haja visto que cada casal estabelece
maneiras, regras e normas completamente diferentes das comumente adotadas pela
grande maioria dos adeptos da filosofia BDSM que vivem relações diversas desta
24/7.
Como a convivência é constante e, as possibilidades de
exploração dos jogos são imensas, torna-se necessário desenvolver uma maneira
para "viajar" entre o maior número possível de jogos sem perder a
vontade de se conhecer.
A
individualidade não pode ser perdida, mas... seus participantes precisam ter
uma grande consciência de que são a unidade em um conjunto.
1- A segurança do submisso terá sempre prioridade máxima do
seu senhor, seja física ou emocional.
2- Sempre respeite e honre a palavra segura vinda do submisso
e nunca coloque com medo de usá-la.
3- Da mesma maneira que submissão é um presente a ser visto e
vivido como um tesouro, Dominação é um talento a ser lapidado e assim deve ser
educado e experimentado antes de assumir a responsabilidade de outra vida.
4- Não seja tão arrogante a ponto de não conseguir escutar e
entender os pontos de vista e as necessidades do seu submisso. Você pode aprender
muito com ele. Afinal de contas comunicação é a base de uma relação BDSM e não
pode ser obtida sem total apoio de ambos.
5- Nunca castigue um submisso retendo seu afeto, isso é
chantagem emocional.
6- Proveja direção e apoio quando precisar e permaneça sintonizado
na reação do submisso.Em retorno você ganhará um submisso ansioso para lhe
agradar e servir, pois se sentirá valorizado por você.
7- Proveja seu submisso com diretrizes negociadas. Faça-o
estar dentro dessas diretrizes e se sair, castigue-o.
8- Entenda que, da mesma maneira que você deve ganhar a
confiança do submisso, este deve ganhar a sua. Isto não mina o seu controle,
mas o fortalece.
9- Desfrute e use o que lhe é ofertado com generosidade,
aspereza, dor e prazer e tenha a sabedoria para saber quando usar cada um.
10-
Nunca
deixe que o orgulho o cegue em sua “viagem”de poder e seja forte para assumir
um erro ou engano. Complete, sendo franco, ao revelar-se arrependido, pedindo
desculpas. Da mesma forma que um submisso não é perfeito 24 horas por dia um Senhor também pode não ser.
1-
Seja
paciente! Um Dom em potencial lhe permitirá saber se ele está interessado em
você ou não. Se lembre de que seu propósito, como um submisso, é servir e
satisfazer alguém que levará em conta a realização de suas fantasias. O
"timing" deve ser o mesmo para ambos.
2-
Seja
humilde. Você pode ser Deus ou um presente dos deuses para o mundo, mas ninguém precisa ou quer ouvir isto. Você terá ampla
oportunidade para mostrar quão bom você é. Não importa o que você diga, a
"sua realidade" se mostrará em uma cena, não a monte para o fracasso,
desenvolvendo expectativas que provavelmente seu Dom não alcançará.
3-
Esteja
aberto, você pode aprender algo sobre BDSM e sobre você em uma cena, não
importando se há experiência ou quão dominantes ou submissos são os
participantes. BDSM é uma arte muito pessoal, e uma atitude do tipo: " eu
já sei tudo " pode lhe fazer perder valiosas lições e experiências.
4-
Comunique!
Verbalização é necessária, mas, no momento e do modo apropriado. Seu Dom
precisa ter informações básicas a seu respeito, como experiências, fantasias,
saúde, e suas frustrações. Porém, a menos que seja uma emergência, espere até
que seu Dom pergunte. Não espere que ele seja um "notável" que instintivamente
conhece suas necessidades e limites. Sua cooperação aumentará o prazer na cena
e para ambos.
5-
Seja
honrado. Não tenha nenhum medo de compartilhar suas necessidades e fantasias.
Seu dominante espera isto. Honestidade sobre seus desejos, saúde e frustrações
é essencial a uma boa cena. Mentir ou ser pouco franco só poderá conduzir a
problemas, já que o Dom montará a cena em informações inexatas. Além de causar
problemas, pode ser perigoso. Sei que às vezes é difícil falar de coisas tão
íntimas, mas faça um esforço ou se declare inapto para responder aquela
questão. Para um Dom experiente isso já é um grande sinal de bloqueio e NESTA
área ele não tocará, a fim de jogo, mas sim, com o fim de palestrar.
6-
Esteja
disponível. Uma cena é uma "faca de dois gumes", não tente usá-la
para a realização física de suas fantasias anteriores. Se você quer limitar sua
experiência para certa excitação física e psicológica, então negocie de
antemão. Mas, nunca espere que seu Dom seja um boneco em um jogo de fantasia
que você desenhou em sua mente. É melhor deixar que seu Dom surpreenda você. Permita a ele estender seus
limites, para levá-lo a lugares que você nunca havia estado antes. Quando você
confia em seu Dom e o deixa saber disso, ele guiará você em novas fantasias.
7-
Seja
realista. Seu dominante é humano, e até mesmo o Dom mais experiente tem
momentos de desajustamento e indecisão. Não chame sua atenção ao que você
percebe ser um lapso. Saiba a diferença entre realidade e o mundo de fantasia
que você vê em livros e revistas. Alguns Dons são ricos o bastante para dispor
de um grande calabouço com um plano pródigo de equipamento. O equipamento de
seu Top é caro. Respeite e não abuse
8-
Seja
realmente submisso! Este é um ponto chave. Deixe seu Dono assumí-lo por
completo. Não treine uma segunda suposição, ou seja, crítico dele. Troque
informações sobre suas necessidades especiais antes do começo da cena, porém
uma vez iniciada permaneça quieto! Se você teima em conduzir a cena para suas
próprias especificações, então você deveria tentar ser um Dominador. Você
concordou com as limitações do seu próprio poder como submisso. Fique dentro
dessas limitações. Respeite, obedeça e espere castigo caso isso não aconteça.
Aceite graciosa e alegremente. O Dom tem muitas coisas a serem concernidas e isso
inclui sua Segurança. Seja leal e seguro. Desfrute seu papel.
9-
Seja/esteja
saudável (física e mentalmente)! BDSM, como qualquer atividade extenuante,
requer que seus participantes - ativo e passivo - estejam em plena saúde física
e emocional. A quantia que você dorme, seus hábitos alimentares, seu
álcool/droga, e tensão cotidiana afetam sua resposta e resistência durante um
jogo. Não importa quão tentadora se mostre uma cena, uma atitude do tipo:
" eu quero tudo agora " pode não ser uma boa coisa. Você servirá
melhor estando saudável.
10-
Divirta-se!
Afinal de contas, sexo está em toda parte. Você ganhou e será levado ao prazer
sem igual, intenso que vem de um jogo BDSM responsável e criativo.

Deita sobre seu abdome, com a testa no chão. Cruza os tornozelos e os pulsos sobre as costas. Espera sem se mover para ser amarrada.
Deita sobre seu abdome, com o frio do chão no seu corpo. Afasta as pernas alem da linha do ombro e coloca os braços aos lados , palmas para cima, testa no chão.
Ela ajoelha-se, coxas abertas,
coluna empinada. Estendem seus braços para frente, pulsos quase juntos
preparados para receber as algemas. Cabeça para cima, mas olhar para baixo
submissivamente. (nota: o Mestre pode pedir que os punhos estejam às costas.)

Ela cai de quatro, com os cotovelos ao chão. Abaixa a cabeça um pouco acima do chão, deixando assim as coxas mais altas. Engatinha então para seu Mestre parando perto de seus pés.

Ela ajoelha-se, coxa aberta. Ela
então se recosta para trás ate a cabeça encostar-se ao chão e coloca as mãos ao
lado. Sobe o Maximo o abdome arqueando as costas. Isto expõe o calor da escrava
mostrando seus seios deliciosamente para seu Senhor.
Ela fica na posição descrita na
foto e oferece seu cabelo ao Mestre.

Quando for chamada para ”Heel”
deve se ajoelhar atrás do pe esquerdo de seu Mestre e se este se mover ficar
sempre atrás dele.
“Karta” é a posição de
obediência. Ajoelha-se ao chão, joelhos bem afastados para poder colocar seu
peito no chão, seios e testa no chão, e estendem seus braços completamente à
frente, palmas no chão. Mostra respeito. (uma variação é a “suga”, na qual ela
cruza aos punhos.)
O ko-lar, ou posição de encoleiramento, pode ser também chamada de “posição de submissão feminina”. Ela ajoelha-se aos pés de seu Mestre, sentada sobre os tornozelos. Estende os braços para cima, cruzando os punhos. Abaixa a cabeça em submissão.

Ela rapidamente se aproxima ao lado de seu Mestre, dobrando na cintura, juntando o cabelo para oferecer a Ele. Espera que ele a direcione pelos cabelos.
Ela ajoelha-se de costas para seu mestre, coxas abertas, costas arqueadas, cruza os punhos as costas para colocar as algemas se requisitado. Vira a cabeça para a esquerda, olhos baixos, lábios abertos e espera a guia.
A mesma coisa em pé.
Ajoelhada com as coxas abertas para o prazer dele, coluna elegantemente arqueada com as palmas para cima nas coxas.
Deita sobre o abdômen com o queixo nos pés de seu dono.
Ela corre para seu objetivo, com pequenos e rápidos passos, pernas quase esticadas, seus pés quase não saem do chão. Suas costas eretas, cabeça para a esquerda, Ao atingir seu objetivo cai de joelhos na posição NADU.

De quatro, joelhos e cotovelos no chão, mãos cruzadas na cabeça, erguendo os quadris. Esta pronta para ser açoitada ou possuída como um animal por seu dono.
De quatro, testa no chão, quadris
alto. Abre as nádegas se expondo ao seu Mestre.

A escrava ajoelha, dobrando na cintura, encostando
as bochechas no chão. Ela pega o pe direito de seu dono e o coloca em sua nuca.
Deve assumir esta posição quando desobedeceu e em submissão oferece sua vida ao
seu dono.
Deitada no chão, pernas abertas,
punhos cruzados acima da cabeça, olhar baixo, espera para o prazer de seu
dono.
A escrava pode ter varias utilidades
para seu dono, uma delas é servir de mesa. De quatro e o mais estável possível,
para não derramar nada.

Rapidamente cai
de joelhos e levanta os quadris, cruzando as mãos abaixo do abdômen. Espera
pelo castigo, prestar atenção se retirou os cabelos, deixando as costas livres.

Algumas posições podem ser
impróprias para o seu tipo de dominação, ou você pode querer usar variações e
ainda acrescentar o que é mostrado aqui.
A escrava, normalmente nua, fica
em posição de atenção, pernas afastadas além dos ombros, mãos entrelaçadas na
nuca, direita acima da esquerda, coluna um pouco arqueada. O que acentua os
seios e os genitais. A escrava pode ficar na ponta dos pés. Nesta posição elas ficam totalmente
acessíveis. Ela pode ser observada de uma maneira sem obstrução, ou qualquer
parte pode ser observada ou tocada.
- comando de voz = inspeção
- comando de gesto = bater palmas
É similar a inspeção. A escrava
deve esta nua, pernas afastadas além dos ombros, braços esticados a um ângulo,
mãos afastadas do corpo com palmos para cima. Olhar para baixo. Queixo para
cima. Esta posição mostra os atributos da escrava.
-
comando de voz = nenhum
-
comando de gesto = nenhum
A escrava
deita de costas, mãos ao lado, palmos para cima. As pernas abertas. Isto serve
para exame médico ou tortura genital. Posição útil. Necessária quando ordenada.
- comando de voz = examinar
- comando de gesto = mãos paralelas ao chão se movendo
da esquerda para direita

De
bruços, cabeça virada para direita, mãos ao lado com palmos para cima. As
pernas abertas. Útil para humilhação e tortura anal. Necessária quando
ordenada.
- comando de voz = virada
- comando de gesto = pulso virando da esquerda para
a direita
A
escrava se dobra para frente, abre com as mãos as bandas do bumbum expondo
o anus ao Dono. Útil para humilhação e
brincadeira anal.
-
comando de voz = apresentação
- comando de gesto = movimento giratório com o punho
A escrava se ajoelha aos pés de seu Dono,
com os joelhos abertos ao nível dos ombros, coluna ereta, com os braços para
trás, um pulso agarrando o outro, olhos e cabeça baixos. Necessário no inicio
de uma sessão. Uma alternativa e faze-la segurar o cabelo com o braço direito
para cima, para facilitar.
-
comando de voz = coleira
- comando de gesto = mão direita no pescoço
Posição básica de uma escrava.A
escrava esta ajoelhada, pernas afastadas, pés juntos, coluna ereta, sentada
sobre os tornozelos, mãos nos joelhos com palmos para cima. A escrava deixa o
queixo para cima, mas os olhos sempre para baixo. Esta é uma posição de castigo
e pode ser muito desconfortável após um período de tempo. É uma ótima posição
para adverti-la de seus erros.
-
comando de voz = convencional
- comando de gesto = estalo de dedos
Nesta posição a escrava esta ajoelhada, sentada à frente de seu
Dono, pernas afastadas, mãos nas costas. As pernas da escrava estão dobradas, e
ela sentada em seus tornozelos. Coluna ereta. Uma excelente posição para o
senhor se sentar em uma cadeira a sua frente e dar instruções verbais ou
correções.
-
comando de voz = instrução
- comando de gesto = mão direita na orelha direita
duas vezes
Em pe, mãos as costas, punho esquerdo agarrado pelo direito, ou de
joelhos, os olhos baixos porem o queixo alto, a menos que ela esteja esperando
por gestos, então seus olhos devem estar em seu Mestre, mas com respeito em
atenção. Posição necessária quando a escrava não esta fazendo nada e esperando
por ordens.
-
comando de voz = espera
- comando de gesto = cotovelo e pulso dobrado
A escrava senta com uma perna
dobrada a frente e outra atrás. Demonstra a flexibilidade e graça de uma
escrava.
- comando
de voz = escrava senta
- comando
de gesto = nenhum
De
joelhos, os pés com ponta e juntos, braços esticados a frente no chão, pernas
alinhadas, mãos com palmos para baixo e graciosamente cruzadas. A testa
descansa nos braços, bumbum nos calcanhares.
- comando
de voz = abaixada
- comando de gesto = dois dedos apontando para o chão
Caia
ao chão, sobre o estomago, rosto ao chão perante seu Senhor. A escrava vira o
rosto colocando as bochechas sobre os pés do Dono e beijando-os em um gesto de
submissão e carinho.
-
comando de voz = reverencia
- comando de gesto = um dedo apontando para o chão
Frente ou atrás, ombros para
trás, mãos à frente, mas não as encostando, pronta para receber as algemas.
-
comando de voz = algemas a frente (ou atrás)
- comando de gesto = dedo direito passando sobre o
punho esquerdo
De bruços, rosto para baixo e
virado à esquerda, punhos às costas. Os tornozelos também devem estar cruzados
prontos para serem amarrados. Esta posição é usada por diversas utilidades uma
delas e punição. Mas lembre-se, uma vez amarrados os tornozelos a escava não
poderá se levantar.
- comando de voz = prone
-comando de gesto = nenhum

Escrava de joelhos, abaixa o pescoço para colocação da guia na
coleira.O queixo está alto e a cabeça virada para esquerda, os pulsos estão
para trás prontos para receberem seus braceletes.
-
comando de voz = guia
- comando de gesto = pulso no pescoço
De
pe e ao lado do Dono, dobrada no quadril, com as mãos para trás e a cabeça no
quadril do Dono. Pode ser levada facilmente pelo cabelo ou pelo guia.
-
comando de voz = heel
- comando de gesto = bata com a mão no lado que deseja
que a escrava vá
A
escrava cuidadosamente se coloca no colo do Dono, as mãos a frente para dar
equilíbrio enquanto o Senhor usa a escova, mão, paddle ou outro objeto de correção.
-
comando de voz = no colo
- comando de gesto = nenhum
Primeiro
assuma a posição de espera, curva-se agarrando os tornozelos com as mãos,
deixando a cabeça o mais próximo das pernas possíveis, oferecendo assim o
bumbum para o chicote.
-
comando de voz = assuma a posição
- comando de gesto = nenhum
Nesta posição usada como castigo
à escrava fica na ponta dos pés ,de frente para uma parede segurando uma bola
de ping-pong ou uma moeda no nariz. Um castigo pior vira se o objeto cair. Os
braços estão presos as costas para evitar que a escrava junte o objeto se este
cair. (eu recomendo sair do quarto faz o castigo mais enjoado).
-
comando de voz = nariz
- comando de gesto = dedo no nariz
A escrava deita sobre o estomago. Os braços esticados a frente,
necessário durante disciplina ou treinamento. Boa posição para usa-la como
descanso dos pés.
-
comando de voz = estomago
- comando de gesto = nenhum
Esta posição faz com que a serva
fique da melhor maneira possível para servir o dono com a língua, isto é para
contato oral e o conforto da escrava não esta em questão.
-
comando de voz = língua
-
comando de gesto = nenhum

Deitada
de joelhos para cima e abrindo as lábias vaginais.
-
comando de voz = slut
- comando de gesto = nenhum
Caia de joelhos e mãos, rosto para o chão, oferecendo o bumbum.
Esta posição é usada para que a escrava faca ou pegue objetos sem o uso das
mãos, ou como punição.
-
comando de voz = quad
-
comando de gesto = nenhum
Um pouco curvada mãos nos joelhos
e andando na ponta dos pés.
-
comando de voz = caminhar de escrava
-
comando de gesto = nenhum
Andando
de quatro.
- comando de voz = cadela
- comando de gesto = nenhum
Poucas coisas em nosso estilo de vida são mais
significantes que o uso da coleira pela submissa.
É um símbolo que marca a propriedade do Dominador sobre a
submissa, tal qual a aliança no relacionamento baunilha.
A cerimônia de encoleiramento é uma cerimônia formal com a
presença de amigos muitos íntimos do casal.
A submissa é acompanhada pelo seu Mentor ou Mentora que
será responsável por falar sobre seu comportamento, seu caráter e seu
comprometimento com o estilo de vida D/S.
Será também acompanhada por uma ou duas outras submissas
que irão acessorá-la e acompanhá-la inclusive no preparo do seu visual.
O Dominador é acompanhado por um ou dois grandes amigos.Um
deles levará a coleira para o Dominador.
VESTIMENTA
E APARÊNCIA
A submissa deverá se vestir simplesmente, com um tipo de
túnica. Suas vestes não deverão ser atraentes mostrando o seu papel de submissão.
Não deve ter nenhum detalhe em seu decote expondo
totalmente o pescoço.
Poderá usar adereços nos pulsos, tornozelos e corpo e no
pescoço só poderá ostentar a coleira de treinamento, se tiver.
Se tiver cabelos longos deverá prendê-los.
Pequenas flores poderão adornar seus cabelos.
O Dominador deverá se vestir com trajes formais.
As roupas fetichistas também são aceitáveis quando este for
o costume dos dois.
Ambos deverão estar conscientes da seriedade da cerimônia.
COMPLEMENTOS
A submissa deverá levar uma flor que será colocada na
lapela do traje do Dominador.
O Dominador levará um chicote como símbolo dominante.
Ambos deverão levar cada um a sua parte do contrato
mostrando suas obrigações e responsabilidades. Estes contratos serão entregues
a um dos assistentes.
A
CERIMÔNIA
Uma vêz que todos estiverem sentados, um toque de sino
marcará o início da cerimônia.
Neste momento a submissa com suas acompanhantes se moverão
para o centro da sala e seu/sua Mentor/a a conduzirá.
Se a submissa já for livre, após um segundo toque do sino,
a submissa se afastará para o lado esquerdo da sala e seus acompanhantes irão
para o lado direito.
Seu Mentor/a falará
sobre suas qualidades aos presentes.
Terminada a palavra, a submissa se aproximará do Dominador
com uma guia nas mãos e lhe dirá palavras que traduzam o seu desejo em ser Sua
propriedade.
O Dominador aceita a guia e retribui com palavras gentis.
Exemplo:
Submissa: Eu ofereço este instrumento para o Senhor
guiar-me e dominar-me ao longo de minha jornada nesta vida.É meu desejo
pertencer ao Senhor e acompanhá-lo onde o Senhor quiser me conduzir.
Dominador: Eu aceito este instrumento como símbolo de sua
oferta e prometo guiá-la com cuidado e dominá-la seguramente em todos os seus
passos.Você me pertence a partir deste dia e Eu usarei todo o meu poder para
protegê-la.
O Dominador ordena que a submissa ajoelhe e,com a coleira
nas mãos pergunta se ela usará e honrará a coleira como símbolo de Sua
propriedade por toda a vida.
A submissa, ajoelhada, olhando o chão, faz seu juramento.
O Dominador coloca a coleira na submissa e diz com toda
segurança:
“_Agora você me pertence”
A submissa responderá:
“_Eu agora pertenço ao Mestre...”
Os dois recebem os contratos, assinam, datam e lêem em voz
alta.
Exemplo:
“Eu aceito seu desejo de servir-me e honrarei seus
sentimentos e necessidades. Você me pertence de corpo e alma. Sua felicidade,
saúde e bem-estar estão sob meus cuidados e eu cumprirei tudo porque você é
parte de mime do meu destino”.
“Eu aceito as condições de serví-Lo e vou honrá-Lo e amá-Lo.
Minha servidão será o melhor que eu tiver que dar de mim. Eu abrirei meu coração,
mente e corpo para o Senhor. Eu sou agora parte do Senhor evou respeitar o Seu
Domínio sobre mim.”
O Dominador une a guia à coleira.
A submissa beija seus pés simbolizando respeito e
submissão.
O Dominador ordena que se levante.
Novo toque de sino anuncia a união formal.
O casal troca abraços e mostra sinais de afeição.
É comum a troca de presentes nesta hora.
O Dominador geralmente oferece uma jóia que deverá ser
usada em ocasiões onde a coleira não for apropriada.
A submissa oferece algum presente simbólico.
Uma festa encerrará a cerimônia.

Um casal que decide se manter juntos por toda a vida e além dela, opta
por este ritual como uma declaração simbólica de seu compromisso.
É usada para se atar um relacionamento que passou por momentos difíceis
ou sobreviveu a algum teste.
Existem muitas variações e os casais dão toques especiais em suas
cerimônias para serem únicas.
A cerimônia nunca é pública.Normalmente somente o casal e um ou dois de
seus melhores amigos participam.
A submissa carrega uma rosa branca, não muito aberta.
O Dominador carrega uma rosa vermelha quase totalmente aberta
Ambas
as rosas devem ter espinhos em seus caules e terem sido colidas á pouco tempo.
Para fazer outras duas partes deste ritual, é necessárias uma corrente fina de
uns 2 metros, e algumas velas.
O casal fica um de frente para o outro. A submissa usa um vestido
simples, e segura sua rosa branca.
Seu Dominador, segurando sua rosa vermelha
retira sua coleira. Ele passa a coleira rapidamente pelas chamas da vela e a
recoloca em seu pescoço. Enquanto a prende faz uma declaração que a protegerá e
a guiará por toda a eternidade.
Com o
espinho de sua rosa vermelha ele pica o dedo do meio dela e deixa duas gotas de
sangue cair sobre sua rosa branca. Ela então oferece o espinho de sua rosa e ele fura seu próprio dedo e deixa duas
gotas de seu sangue cair sobre a rosa branca. Uma em outra pétala e outra em
cima da que contem o sangue dela. Os dois unem então os dedos e fazem sua
promessa de união pelo sangue.
Suas testemunhas
ou amigos pegam a corrente e passam rapidamente pelas chamas da vela e envolvem
os dois. Novamente reafirmam estarem unindo suas almas pela eternidade. As rosas
são colocadas juntas deixando que o sangue da dela beije a rosa dele, e então
são trocadas. A corrente é removida e enrolada em uma manta e devolvida ao casal
no final da cerimônia. As rosas irão para um único vaso e mais tarde ao quarto
do casal onde poderão contemplar sua união durante aquela noite.
Pela
manhã dividem seus sonhos e expectativas enquanto arrancam as pétalas e
acondicionam juntas em uma caixa. Estas pétalas são mantidas pelo resto de suas
vidas e, muitas vezes enterradas com eles. A corrente é passada na família como
símbolo de um grande amor, ou dada a algum grande amigo que também a usará nesta
cerimônia.
A revelação do simbolismo
O
significado das rosas:
A rosa
branca ainda não aberta, simboliza a submissão. A cor branca representa a
pureza de seu presente, e o fato de ainda não ter aberto, que a submissão ainda
não atingiu seu complemento. E nunca vai. A submissão pode ir sempre mais
fundo, sempre crescendo e a submissa nunca vai chegar em um ponto que não pode
dar mais um pouco a seu Dominador.
A rosa
vermelha, quase totalmente aberta, significa a Dominação. O vermelho significa
a paixão e desejo dele de protege-la e possui-la a qualquer preço, mesmo que
para isso ele tenha que derramar o seu sangue.A rosa esta aberta simbolizando o
fato dele estar maduro e pronto para assumir suas responsabilidades.
O
significado de passar a coleira nas chamas:
Á
séculos atrás as coleiras eram feitas de aço e iam do fogo para a água fria
para limparem as impurezas. E esta ação simboliza que todas as influencias do
mundo externo serão queimadas no ato dele querer proteger e defender sua
submissa.
O
significado do sangue:
Picar o
dedo da submissa representa o simbolismo de tirar sua virgindade. Ela sangrou
para se entregar totalmente e Ele. E ao picar seu próprio dele Ele esta
mostrando sua vontade em protege-la e defende-la. As gotas sendo unidas na rosa
representam a união dos dois.
Pressionando
os dedos juntos mostram que seus laços são mais fortes que os de família. Agora
são da mesma carne do mesmo sangue.
Trocar
as rosas simboliza a entrega de um ao outro.
O
significado da corrente:
Representa
um monte de elos que juntos trouxeram a união de suas vidas. Ao passar pelo
fogo há a purificação dos eventos de seus passados. Todas as coisas ruins são
queimadas no perdão e somente as boas permanecem. Ao serem envoltos pela
corrente estão unindo suas
almas
em uma. Esta corrente nunca mais será usada para nada a não ser para este tipo
de cerimônia.
O
significado das pétalas:
A mistura das pétalas
simboliza a mistura de suas vidas. Os casais geralmente as mantém em jarras
decorativas, até estarem secas. No caso de morte algumas são colocadas juntas,
simbolizando uma união que irá além da vida. Muitas lendas são contadas sobre
rosas que nasceram em túmulos como uma evidencia de que seus amores ainda
existiam.

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Colaborações de vários amigos do Grupos Artes BDSM